De Social Media a Social Business

No final do mês de maio eu participei do Congresso Mega Brasil de Comunicação e esta semana compartilharei bastante do que vi por lá para vocês.

Para começar recebi um release sobre uma das palestras que foi do Ben Foster, Vice-Presidente e Estrategista Digital da Ketchum Midwest, em Chicago que tratou o tema Como usar as mídias sociais a favor de sua marca?

O executivo apresentou cases e conceitos para explicar as mudanças que as mídias sociais têm causado nas relações entre consumidores e marcas.

Segundo Foster, as empresas precisam abandonar a ideia de que plataformas como Facebook ou Twitter são canais apenas de Marketing. Isso porque as redes sociais vão além de interesses meramente comerciais: elas promovem conversas.

 

O executivo explicou que as pessoas usam as redes sociais para manter conversas pessoais sobre temas de seu interesse. No entanto, muitas empresas ainda não se adaptaram a esses novos meios de comunicação e relacionamento e, por isso, ainda usam essas mídias como mais um canal para lançar uma campanha de marketing aos consumidores. De acordo com Foster, o Negócio-Social concentra-se na construção de relações pessoais com o público e é justamente esse um dos grandes desafios do profissional de relações públicas.

 

Interação nas mídias sociais

O executivo da Ketchum também destacou a importância da interação entre a empresa e seus stakeholders na rede como sendo algo benéfico para ambos. Com base em um estudo sobre os interesses das pessoas nas mídias online e a confiabilidade das informações, Foster afirmou que as opiniões e recomendações feitas por consumidores são as melhores propagandas. Para ele, a comunicação “boca-a-boca” é o grande trunfo das mídias sociais. A partir dela é possível incentivar mais vendas, fidelizar clientes e fomentar até a formação de embaixadores da marca, pessoas que podem defender a marca espontaneamente.

 

Nesse contexto, Ben afirmou ainda que apesar de os RPs estarem no centro dessas conversas – como estimuladores e organizadores – eles não são os donos das conversas, ou seja, não são os únicos a criar conversas entre os consumidores e a empresa. Essas conversas podem e devem partir também da diretoria, do departamento de Marketing, do RH… O importante é que as conversas sejam mantidas.

Eu concordo!! E vocês, o que acham?

Sobre Tati Santos
Sou formada em relações públicas, apaixonada pela comunicação atuo como consultora e sou professora assistente da matéria de Gerenciamento da Comunicação Organizacional, na Faculdade Cásper Líbero. Estou disposta a compartilhar ideias e mergulhar ainda mais neste mundo 2.0. No twitter: @tati_lsantos

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