Vaga – Gerente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social

A Mikinev é uma Consultoria especializada em Search, Assessment e Coaching, presente no mercado há 14 anos.

No momento estão assessorando uma empresa de grande porte do segmento de energia  na contratação de um Gerente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social para CAMPINAS – SP.

Descrição da oportunidade
Fortalecer a imagem institucional das marcas para apoiar o desenvolvimento dos negócios e os interesses estratégicos da empresa desenvolvendo esforços para protagonizar a preservação e proteção ambiental, influenciando e multiplicando ações em nível nacional de distinção entre as demais empresas. Também inclui a gestão de um ousado e diferenciado programa cultural e artístico, voltado para a reflexão e produção de teorias sobre o mundo contemporâneo.
Desafios da Posição:
– Promover uma cultura de Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa com base na ética, para o público interno, externo e direcionados a públicos de interesse;
– Assegurar a articulação dos projetos de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa com os demais projetos estratégicos;
– Gerir e dar visibilidade nacional aos projetos pioneiros de reflexão sobre o mundo contemporâneo realizados pela.

Qualificações e conhecimentos desejados
– Expressiva experiência em cargos de liderança, implicando gestão de pessoas, processos e recursos;

 – Conhecimento expressivo das práticas, programas e processos de Responsabilidade Social, Terceiro Setor e Ética;

– Referências Corporativas e externas de Organizações e indicadores de Responsabilidade Social;

 – Elaboração, planejamento e gerenciamento de projetos;

 – Conhecimento da legislação relevante aos processos inerentes à função.

 – Fluência em pelo menos dois idiomas estrangeiros (além do português), uma vez que importante porcentagem da literatura específica da área encontra-se em língua estrangeira.

Aos interessados favor enviar cv para camila@mikinev.com.br.

Vaga – Especialista em Comunicação WEB

A Mikinev é uma Consultoria especializada em Search, Assessment e Coaching, presente no mercado há 14 anos.

No momento estão assessorando uma  empresa de grande porte do segmento de energia na contratação de um Especialista em Comunicação WEB  para CAMPINAS – SP.

Descrição da oportunidade
Desenvolver e conduzir projetos de comunicação para ambiente digital: internet, intranet, mídias sociais, móvel e novas tecnologias digitais. Sua principal responsabilidade será a gestão das ações do grupo neste meio, e assim atender a demanda, cada vez mais crescente, de aprofundamento e aprimoramento da empresa. Suas ações terão abrangência a todos os colaboradores do grupo pela intranet e a todos os clientes companhia, incluindo grupo A, grupo B, clientes livres e poder público, além de investidores e acionistas por meio de internet.

Qualificações e conhecimentos desejados
Superior completo – Marketing, Design, Comunicação Social, Publicidade, Web Design ou Ciências da Computação.

MBA ou especialização em marketing, design de interfaces ou comunicação digital

Inglês avançado

Conhecimento em aplicativos: Photoshop, Flash, Illustrator

Conhecimento avançado de desenvolvimento e vivência nas redes sociais, tais como Facebook, Orkut, Twitter, Blogs em geral, dentre outras

Conhecimentos em HTML, HTML5, Sharepoint e outras linguagens de programação

Gestão de projetos em SharePoint

Aos interessados, favor, enviar cv para camila@mikinev.com.br.

Obrigada por nada!

Muitos devem ter visto o texto que rodou a internet nos últimos dias e dominou a página do Facebook: “ Meu filho, você não merece nada”,  publicado em uma coluna da Revista Época. (quem não teve a oportunidade de ler, digite no Google que é logo o primeiro link)

Eu li uma vez e até cheguei a me identificar em alguns momentos, mas reli e li de novo para minha mãe e confesso que aos poucos ele foi perdendo a graça.  Esta coisa de rotular a geração Y, de só encontrar defeitos e traduzir em poucas palavras como ansiosos, insubordinados e no final das contas  errados, cansa!

Eu já estava pensando em escrever este texto, quando tive a oportunidade de ler o blog da Lili Trainee e ver que felizmente não sou a única que penso assim. Ela traduziu em poucas palavras, muitos dos meus sentimentos.

É, Lili, também me deixa indignada  o ponto que chegamos -no julgamento da felicidade.  Se o grande mal dos Y é querer crescer, investir nos estudos, na carreira, na tecnologia e ainda assim valorizar a família, os amigos, um bom bar, uma balada e um relacionamento saudável, se é  a oportunidade de fazer mochilão pela Europa com pouca idade, de se frustrar mais tarde (ou não!)… Enfim, que eu morra com este mal.

Como ouvi em uma palestra do Rodrigo Cogo: “O que mudou foi o poder –  o padre, o pai e o patrão” e isso não significa desrespeito, falta de merecimento, erro, insubordinação…não há certo e nem errado,  o mundo apenas mudou. Como dizia um grande amigo e muitas vezes mestre “ a mudança só incomoda quem não a conhece”.

Por que as pessoas que criticam a tal geração Y não procuram conhecê-la mais a fundo? Se me permitem ser superficial, diria que é pela simples comodidade dos mesmos que nos julgam e estão há 25 anos na mesma empresa (sendo os 20 últimos no mesmo cargo  e função), por nunca terem feito um mochilão pela Europa aos vinte e poucos… mas que souberam lidar com a frustração aos 16.

Enfim, se é que meus pais concordam com a tal autora, fica aqui então o meu “Obrigada por nada!”, porque se o nada que eu mereço ou que foi me dado sem nem mesmo merecer,  é o que me fez conquistar o que conquistei até hoje e com esforço sim, com frustrações sim e sempre assumindo a dor e a delícia de ser o que sou, eu estou feliz ( e quem vai julgar que é mentira?).

De Social Media a Social Business

No final do mês de maio eu participei do Congresso Mega Brasil de Comunicação e esta semana compartilharei bastante do que vi por lá para vocês.

Para começar recebi um release sobre uma das palestras que foi do Ben Foster, Vice-Presidente e Estrategista Digital da Ketchum Midwest, em Chicago que tratou o tema Como usar as mídias sociais a favor de sua marca?

O executivo apresentou cases e conceitos para explicar as mudanças que as mídias sociais têm causado nas relações entre consumidores e marcas.

Segundo Foster, as empresas precisam abandonar a ideia de que plataformas como Facebook ou Twitter são canais apenas de Marketing. Isso porque as redes sociais vão além de interesses meramente comerciais: elas promovem conversas.

 

O executivo explicou que as pessoas usam as redes sociais para manter conversas pessoais sobre temas de seu interesse. No entanto, muitas empresas ainda não se adaptaram a esses novos meios de comunicação e relacionamento e, por isso, ainda usam essas mídias como mais um canal para lançar uma campanha de marketing aos consumidores. De acordo com Foster, o Negócio-Social concentra-se na construção de relações pessoais com o público e é justamente esse um dos grandes desafios do profissional de relações públicas.

 

Interação nas mídias sociais

O executivo da Ketchum também destacou a importância da interação entre a empresa e seus stakeholders na rede como sendo algo benéfico para ambos. Com base em um estudo sobre os interesses das pessoas nas mídias online e a confiabilidade das informações, Foster afirmou que as opiniões e recomendações feitas por consumidores são as melhores propagandas. Para ele, a comunicação “boca-a-boca” é o grande trunfo das mídias sociais. A partir dela é possível incentivar mais vendas, fidelizar clientes e fomentar até a formação de embaixadores da marca, pessoas que podem defender a marca espontaneamente.

 

Nesse contexto, Ben afirmou ainda que apesar de os RPs estarem no centro dessas conversas – como estimuladores e organizadores – eles não são os donos das conversas, ou seja, não são os únicos a criar conversas entre os consumidores e a empresa. Essas conversas podem e devem partir também da diretoria, do departamento de Marketing, do RH… O importante é que as conversas sejam mantidas.

Eu concordo!! E vocês, o que acham?

A parte pelo todo

Este é o segundo ano que acompanho como professora assistente a aula de Gerenciamento da Comunicação Organizacional, na Faculdade Cásper Líbero.  E também é o segundo ano que acompanho a aula sobre o Pensamento Sistêmico.

Eu particularmente gosto muito da dinâmica utilizada pela professora Juliana Rodrigues nesta aula. Vou contar pra vocês como funciona:

– 20 alunos voluntários vão para o centro da sala,

– cada aluno deve escolher 2 pessoas (apenas em pensamento), uma para ficar do seu lado direito e outra pra ficar do lado esquerdo,

– a primeira regra é que ninguém pode se comunicar de nenhuma forma,

– a segunda regra é que ao encontrar as pessoas escolhidas o aluno deve se posicionar para que forme um triângulo o mais eqüilátero possível.

Contando assim parece fácil, mas imaginem 20 pessoas em busca de outras 2 diferentes (sem que as buscadas saibam que estão indo atrás dela), para formar um TRIÂNGULO (as pessoas não precisam estar lado a lado, apenas na direção como se fosse um triângulo. Não há motivos para ser triângulo, é apenas a forma da dinâmica). Vou logo para o fim da dinâmica e contar que o mais legal é que sim, dá certo, pode demorar, mas dá, todos os triângulos se fecham.

 Fazendo um comparativo entre a dinâmica e o mercado, assim como para fechar o seu triângulo, você deve ter uma visão do todo para não ficar se movimentando toda hora desnecessariamente,  os profissionais da área (neste caso de comunicação) devem ter um pensamento sistêmico (olhando o todo de suas empresas), para que haja um alinhamento entre os fluxos, os meios e os canais, às estratégias.

As pessoas estão interligadas em busca dos seus pares para fechar os seus triângulos, e nas empresas as áreas também são interligadas e há uma complexidade dinâmica nas inter-relações. Quanto mais há interação, mais é possível conhecer o outro e mais fácil é interagir.

O que fica claro é que na dinâmica não é possível controlar quem vai andar para onde, mas é possível influenciar os movimentos com o seu próprio movimento. Não preciso nem falar como isso funciona no mundo corporativo , né? Difícil é quando a influência não acontece!

Enfim, o pensamento sistêmico é olhar o todo e não a parte, é olhar a floresta e não cada árvore que a compõe. Um bom exemplo disso é o BSC (Balance Scorecard) que falarei em um outro post. Porém, mesmo que tudo isso pareça óbvio, reflita para ver em seu meio como isso funciona, ou até mesmo por questão de tempo se você está olhando o todo ou só regando a sua árvore.

Casa de ferreiro…

Assim como um médico tem o CRM, o dentista tem o CRO e o advogado a OAB, os RPs tem o seu número do Conrerp – Conselho Regional de Relações Públicas – que indica que estão regularizados para atuar na profissão.

Infelizmente não são todos os profissionais da área que conhecem o Conselho e um número muito maior conhece, mas não se associa. Isso acontece simplesmente porque atualmente quem se associa paga uma taxa anual de aproximadamente R$250,00 e como retorno tem direito a votar na chapa que representará o Conselho por três anos (detalhe: em 2010 a eleição foi para uma chapa única rs). Para os não associados que exercem a profissão de RP nada acontece, não há fiscalização e nem perda de benefícios… apenas deixam de gastar R$250,00 por ano.

Eu me associei logo que me formei, sai com um brilho no olhar da Faculdade, com aquela vontade de exercer a profissão e contribuir para o seu crescimento. Hoje quando recebi  o boleto do Conrerp,  me doeu o coração…  Deixo claro que não me arrependi de ter me associado, mas gostaria que fosse feito algo a mais para que realmente valesse o investimento deste dinheiro.

Como diz o título deste post: Casa de ferreiro… espeto de pau. É isso aí, o Conrerp precisa mesmo é ser mais divulgado e encontrar um motivo plausível para que as pessoas queiram andar com a carteirinha  não só como enfeite ou RG, mas como um documento realmente válido.

 Advogado que não tem OAB não é contratado pelos grandes escritórios de advocacia, eles provam que estão aptos a atuar na área por meio de uma prova, médico sem CRM não se associa a planos de saúde, não se cadastram em hospitais… tenho certeza que existem pessoas trabalhando nestas  áreas de forma ilegal, mas tenho ainda mais certeza de que este número é menor do que o número de pessoas associadas.

E já que estamos falando em Comunicação, deixo aqui o blog do Conrerp para quem quiser conhecer mais… porém, a última atualização foi de 24 de setembro de 2010.

Espero mesmo que as coisas mudem, sou parte disso e quero ver o fortalecimento da profissão. Além disso, gostaria de mudar a velha máxima de que “em casa de ferreiro…”.

Movimento popular vai levar carta de brasileiros à presidente eleita

Recebi um release que me deixou surpresa positivamente.

O Prof. Backer Ribeiro Fernandes, que me deu aula em RP na Cásper, idealizou um projeto chamado carta de um brasileiro . Até já tinha visto algumas pessoas curtindo esta comunidade no Facebook, mas não fazia ideia do que se tratava.

Bom, quem não sabe também deve estar curioso. Trata-se de um projeto que, desvinculado de partidos ou instituições oficiais, levantarão as principais reivindicações e desejos de  povo brasileiro para levar à presidente eleita Dilma Roussef (documento intitulado “Carta de um brasileiro”).

O documento será entregue em Brasília, no dia da posse da nova presidente, em 1º de janeiro, pelo professor Backer. “A ideia foi criar um espaço para manifestação espontânea dos brasileiros, estabelecendo uma comunicação direta com o próximo governante”, explica.

Para elaboração do documento inicial, o IBOPE fez uma pesquisa, no período de 15 a 18 de outubro, com 2002 pessoas em 140 municípios brasileiros, com a pergunta: “Se você pudesse se encontrar com o presidente eleito por apenas 5 minutos, o que você pediria a ele para si mesmo?” Esta pesquisa de opinião pública em todo o território nacional levantou os principais “pedidos” do povo brasileiro ao futuro governante.

Ao levantamento inicial serão agora acrescidas as opiniões e manifestações dos internautas no site
www.cartadeumbrasileiro.com.br. “O resultado da pesquisa e da consulta on line irá nortear o conteúdo da carta, constituindo-se num documento valioso que poderá contribuir com o planejamento das ações sociais do futuro governo”, comenta Fernandes.

A maior surpresa é que para que as pessoas possam se manifestar pessoalmente, o professor fará um longo percurso: ele saiu a pé de São Paulo no  dia 21 de novembro e dev chegar a Brasília no dia da posse da nova presidente. Ou seja, serão aproximadamente 40 dias de caminhada (a uma média de 30 quilômetros por dia).

Para enfrentar o desafio, o professor está passando por treinamento, supervisionado por médico, preparador físico e nutricionista. “Para quem não é um maratonista, é muito provável que surjam dificuldades físicas ao longo da caminhada”, conta. “Mas o
esforço vale a pena, pois representa uma alternativa de participação popular na política nacional”.

Durante a caminhada, Backer  será acompanhado por uma equipe de cinco profissionais que irão registrar em vídeo e postar informações e fotos no site do movimento, além de alimentar as redes sociais como Twitter e Facebook. “Esperamos que as pessoas se identifiquem com a proposta e se manifestem, criando uma nova cultura de participação”.

Para Fernandes, o ponto alto do movimento é a possibilidade de dar visibilidade a diferentes perfis de um mesmo país. As informações que podem surgir de cada região, cidade, vão expressar tanto necessidades macro como micro, que podem ser aproveitadas por governantes e instituições mesmo após o término do projeto, pois os pedidos postados ficarão disponíveis no site. “Será uma oportunidade de utilizar a tecnologia como ferramenta para dar voz ao brasileiro”.

 Acho que nem preciso expressar o quanto essa iniciativa é rica e agrega tanto à Comunicação quanto à política!

Desejo boa sorte ao Prof. Backer e sucesso no projeto.